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Camerino Eloy Neto
 

Felicidade....

 

 

- Dar ao homem errado, ainda vá lá, mas beber no copo errado, jamais! – disse, levantando para pegar as tulipas para a cerveja, ainda com as borbulhas do espumante refrescando o céu da boca.  Era uma mulher bonita, charmosa, classuda.   Daquelas que nunca passam  desapercebidas.   Ela também nunca deixou que a vida passasse assim.

Voltou à mesa, agora com os corpos “certos”.  A noite estava só no começo, mas cada segundo desde que se conheceram tinham sido de uma intensidade tamanha que pareciam que estavam há séculos falando e descobrindo os mistérios da alma humana.

E para isso, o álcool, a princípio, era um excelente condutor. Então, não era uma queda trocar as taças pelas tulipas e o espumante pela cerveja. Ergueram um brinde ao encontro. Impensado, inusitado, mais não menos acertado. Pertenciam a mesma horda.

A definição para a tribo a qual pertenciam era exatamente essa. Indisciplinados, nômades, invasores que vagavam pelos quase sempre cinzentos caminhos dos que buscam a essência da alma. E continuaram bebendo, falando, ouvindo, se reconhecendo.

Ampliando o significado da palavra decência... Estavam, honesta e verdadeiramente, descendo a essência. Se aquele encontro teria desdobramentos era o que menos importava. O importante é a felicidade vivida! Ambos já haviam aprendido com uma velha canção de rock algo que dizia mais ou menos assim: nem sempre você conseguirá o que quer, mas se tentar, às vezes, talvez consiga o que precisa...

E eles, depois de muitas tentativas, a maioria equivocada, tinham finalmente encontrado o que precisavam. Ao menos naquele momento... E tinham certeza da sincera felicidade... Dessas que ocorrem em raríssimos momentos e que devem ser guardadas na alma por todas as vidas.

 



Escrito por Camerino às 18h31
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