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Camerino Eloy Neto
 

Sempre padeceu em praça pública

 

Sempre padecia em praça pública. Não que tivesse escolhido isso, pelo menos não lembrava de ter assinado tal contrato. Mas quando menos esperava, acontecia de novo.  Suas dores e mazelas mais íntimas ali, expostas, para pessoas que mal conhecia.

 

O mais engraçado é que para os amigos parecia uma rocha, ou pelo menos era o que pensava parecer. Talvez, estes até duvidassem da falsa fortaleza, mas isso não era dito. Então, vez por outra, se via, pulsos abertos, sangrando no meio da multidão. Já perdera a conta de quantas vezes isso tinha acontecido. Tão pouco lembrava quando esse tipo de flagelo começou.

 

De certo só tinha a impressão de que aqueles lapsos de estrema fragilidade eram como um escape para continuar vivendo. Os muitos questionamentos e a força com que tentava decifrá-los era um fardo pesado demais. Achava que a natureza, na sua sabedoria, ditava a hora de despejar parte do sofrimento que acumulava, antes que morresse de angustia e desespero. Assim como o organismo faz, ao lançar no corpo doses de morfina, quando um trauma se anuncia grande demais.

 

Também a mente dispunha lá dos seus meios. Depois de passado o pequeno show de horrores, parecia ter vivido uma espécie de transe, alucinação. Não lembrava de tudo com clareza. Precisava dormir horas e mais horas. Faltava o apetite. Era uma grande ressaca de alma.

 

As pessoas nem sempre tinha rostos, mas a sensação do que foi dito e as mensagens recebidas ficavam gravadas. Não sabia por quanto tempo teria que sofrer desse mal. Nem se seria possível ser mais transparente e deixar para os íntimos o ônus de dividir seus demônios. Há tempos, os grandes espetáculos, onde confiava os segredos para platéias desconhecidas, vinham lhe cansando.

 

 

Ansiava o despertar do verdadeiro entendimento. Enquanto isso, passado cada terremoto emocional, restava o consolo da poesia, da musica. Com o amparo dos versos, seguia silenciosa e decididamente...

 

- Nunca viram ninguém triste? Por que não me deixam em paz

  As guerras são tão tristes e não tem nada de mais.

  Me deixem bicho acuado por um inimigo imaginário

  Correndo atrás dos carros, como um cachorro otário (...)

 

  Eu não posso causar mal nenhum

  A não ser a mim mesmo

  A não ser a mim ...       



Escrito por Camerino às 20h27
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Beleza Pura

 

A indústria brasileira da beleza está muito bem na foto. Somos o sexto mercado do mundo no consumo dos produtos estéticos. Essa manchete econômica mostra que nós, brasileiros, estamos mais preocupados com o belo. E isso é uma ótima notícia.

 

Estar bem pra si mesmo e para os outros é sinal de que buscamos leveza, delicadeza, equilíbrio. Mas se sentir melhor é muito mais que usar maquiagem e perfumes. Temos que comer com mais qualidade, fazer exercícios, procurar momentos de tranqüilidade e lazer.

 

Não vale dizer que a correria diária, a falta de dinheiro e a sobra de problemas,  nos condena a uma feiúra quase incurável. O mundo, apesar de tudo que o homem tem feito, é lindo. E nós fazemos parte dele. Está na hora de tomarmos posse da porção de beleza que o universo nos deu.

 

  Que tal aproveitar o fim de semana pra começar a prestar mais atenção nisso? Dedique um pouco do seu tempo pra ver o que te faz sentir mais bonito. Às vezes, um simples banho nos deixa como que de alma nova. 

 

A partir de agora respeite o seu corpo, coma com a consciência de que aquele alimento vai atuar no seu organismo e por isso é preciso saber de onde ele vem e o que pode fazer com você. Faça exercícios, cante, converse com as pessoas, sinta prazer em todas os momentos: grandes ou pequenas. E,  claro, não dispense aquele perfume ou aquela retocada no batom que vai transformar você numa pessoa muito mais bonita e feliz.

 

Propondo uma verdadeira cruzada pelo belo, o “Tudo em Dia” está começando e vai falar ainda de... 

 

 Editorial para o Programa "Tudo em Dia"

 

 



Escrito por Camerino às 14h07
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